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Existem inúmeras pesquisas que foram realizadas para responder à seguinte pergunta: quais são os arrependimentos mais comuns que temos no fim da vida?



Uma delas é muito famosa. Foi realizada com pessoas que estavam perto da morte, ou porque tinham doenças terminais ou por causa da idade avançada.

Bronnie Ware, uma enfermeira australiana especialista em cuidados paliativos com pacientes terminais, decidiu perguntar diretamente. Ela sabia que as pessoas são muito mais honestas e maduras quando sentem que a vida está chegando ao fim. Diante da pergunta do que se arrependem, a resposta da maioria foi quase sempre a mesma: não ter vivido o suficiente.

“Para que serve o arrependimento se ele não apaga nada do que passou? O melhor arrependimento é, simplesmente, mudar”.– José Saramago –

Ware sentiu que todas essas respostas eram uma grande revelação para ela, e decidiu escrever um livro no qual compilou o que seus pacientes disseram. Ela descobriu que havia cinco fatos particulares que estão entre os arrependimentos mais comuns de quem está no fim da vida.

OS ARREPENDIMENTOS MAIS COMUNS

Quando Bronnie Ware fazia a pergunta aos seus pacientes, quase todas as respostas incluíam a expressão “gostaria de ter feito”. Em outras palavras, em sua maioria, as pessoas se arrependem do que não fizeram, em vez do que fizeram.

As cinco respostas mais frequentes indicam que os arrependimentos mais comuns são:

• Não ter tido coragem suficiente para fazer o que realmente desejava, em vez do que as obrigações impunham.

• Um segundo grande arrependimento é ter dedicado muito tempo ao trabalho. Muitos pacientes de Ware diziam que os anos mais valiosos de suas vidas se passaram entre as quatro paredes de um escritório.

• A terceira razão pela qual as pessoas se arrependem com mais frequência é não ter expressado seus sentimentos. Por terem se calado quando deveriam falar. Isso se refere tanto a sentimentos positivos quanto negativos.

• Outro grande arrependimento tem a ver com não ter procurado pelos velhos amigos para conversar sobre a vida. Os amigos de infância ou os mais queridos são deixados de lado com frequência.

• Por fim, uma boa parcela das pessoas entrevistadas por Ware se arrepende de não ter lutado para ser mais feliz.

Como vemos, a maioria dos arrependimentos tem a ver com o que se deixou de fazer. Nessa lista, não aparecem arrependimentos pelo que foi feito de errado ou pelos erros cometidos.

No fim da vida, a pessoa se arrepende por não tê-la tornado realidade, porque tal arrependimento é uma maneira de processar aquilo que não foi e nunca será.

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